13
Jan 12

Be part of our city civic movements & initiatives world-map!

Dear friends
'Global City 2.0' network has a new twitter account https://twitter.com/#!/GlobalCity20. Follow us!
.
Global City 2.0 network
'currently producing a worldwide map of 'blogs or websites of street-, neighbourhood- or city-based organizations, promoted by citizens or groups that wish to think collectively about the future of the places where they live and work where they can share information, see who else is working in their field and start collaborative work on common issues'
.
Site http://www.globalcitynetwork.org/
Twitter https://twitter.com/#!/GlobalCity20
Facebook https://www.facebook.com/groups/CityCivicMovements/
Email: globalcitytwopointzero@gmail.com<mailto:globalcitytwopointzero@gmail.com>
publicado por JCM às 13:53 | comentar | favorito
09
Jan 12

A cidade e a crise

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[cid:image002.gif@01CCCEC1.B2572F90]
publicado por JCM às 11:44 | comentar | favorito
03
Jan 12

pelo ‘crescimento e emprego'

Na sequência das recentes palavras do presidente da república, apelando à necessidade de uma ‘estratégia europeia (e nacional) de promoção do crescimento económico e do emprego’ e à necessidade de olharmos para a ‘crise que Portugal atravessa como uma oportunidade para nos repensarmos como País’, e na falta de reflexão e mobilização interna (não deveria ser esta uma das prioridades da ‘intelligence’ nacional?), talvez valha a pena olhar para algumas experiências que outros andam (lá fora) a fazer.

Partilho convosco duas interessantes iniciativas.

Uma primeira iniciativa, desenvolvida muito recentemente pelo governo inglês, sobre a promoção do desenvolvimento económico em áreas rurais - o programa ‘Rural Growth Network Pilots’ (http://www.info4local.gov.uk/documents/publications/2059312 & http://www.defra.gov.uk/publications/files/pb13697-ruralgrowthnetwork-guidance.pdf). De acordo com o programa serão seleccionados seis projectos-piloto para serem desenvolvidos e testados diferentes modelos de promoção do desenvolvimento económico sustentável em áreas rurais. Interessante abordagem, com espaço para a experimentação e posterior replicação com as devidas aprendizagens.

Uma segunda iniciativa, esta do governo dinamarquês, o Global Green Growth Forum (3GF) (http://um.dk/en/politics-and-diplomacy/global-green-growth-initiative/), que visa explorar e demonstrar como a colaboração entre diferentes agentes (empresários, expertise e administração pública) pode realizar de forma efectiva o potencial de crescimento da transição para uma economia verde.  Num dos projectos deste fórum - Climate Consortium Denmark - lá constam as ‘smart cities’ como um dos domínios prioritários de aposta (http://www.stateofgreen.com/InFocus/Smart-Cities). Interessante o espaço para a colaboração entre parceiros com interesses comuns, também num espírito de experimentação (e demonstração), e o alinhamento com a Agenda Europa 2020 (http://ec.europa.eu/europe2020/index_en.htm). Estas experiências ganham particular relevo pelo facto da Dinamarca ter, neste momento, a presidência da União Europeia (http://eu2012.dk/en/EU-and-the-Presidency/About-the-Presidency/Program-og-prioriteter).

Que estes exemplos nos inspirem e mobilizem para um verdadeiro (e urgente) exercício de reflexão e acção pelo ‘crescimento e emprego’!

Desejo a todos um activo e empenhado ano de 2012.

JCM

 

publicado por JCM às 10:05 | comentar | favorito
24
Dez 11

festas

Caríssimos

Desejo-vos umas festas felizes e boas entradas.

Aproveitemos o arranque de 2012 para pensar o futuro (*)

Abraço

José Carlos Mota

 

(*1)

O futuro das cidades – Cidades pela Retoma e Transição 

https://www.facebook.com/groups/cidadespelaretoma/

http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/

(*2)

Pensar o futuro – Aveiro em 2020

https://www.facebook.com/groups/ideiaslowcostcidades/

http://aveiro2020.blogs.sapo.pt/

(*3)

O futuro do planeamento – Collaborative Planning

https://www.facebook.com/groups/collaborativeplanning/

(*4)

O futuro da economia, território, cultura e criatividade – ‘Rede Ibero-americana 'Comunidades, Territórios & Economia Cultural e Criativa’

https://www.facebook.com/groups/TerritorioCriativo/

http://industriasculturaisecriativas.blogs.sapo.pt/

(*5)

O futuro dos movimentos cívicos – Global City 2.0

https://www.facebook.com/groups/CityCivicMovements/

http://www.globalcitynetwork.org/


publicado por JCM às 01:02 | comentar | favorito
19
Dez 11

novo site Global City 2.0

Como decerto recordarão o projecto 'GLOBAL CITY 2.0' pretende constituir-se como uma REDE INFORMAL DE ‘MOVIMENTOS CÍVICOS DE CIDADE’ e um ESPAÇO DE REFLEXÃO sobre o POTENCIAL DESTAS FORMAS EMERGENTES DE ‘DEMOCRACIA DE PROXIMIDADE’ para transformar as cidades e a vivência urbana no seu todo.

Relembramos que esta é uma iniciativa desenvolvida pelo movimento 'Cidades pela Retoma' (http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/ & https://www.facebook.com/groups/cidadespelaretoma/ &  https://www.facebook.com/CidadespelaRetoma) em parceria com um conjunto de instituições/organizações  de Portugal, Brasil, Espanha, Argentina, Itália, Reino Unido, Estónia, Israel, Austrália e Estados Unidos envolvendo uma rede de investigadores, profissionais e demais cidadãos interessados.

Após alguns meses de trabalho temos o prazer de vos convidar a visitar o novo site do projecto (http://www.globalcitynetwork.org/) desenvolvido em regime de voluntariado pela empresa Ponto C de Aveiro (https://www.facebook.com/pontoc.volunteer). Convidamo-lo a inscrever a sua organização no ‘mapa mundo da cidadania pelas cidades’ e a enviar notícias de eventos ou actividades relevantes que entendam pertinente divulgar.

Para mais informações solicitamos o contacto através do email cidadespelaretoma@gmail.com.

 

 

Global City 2.0

Site http://www.globalcitynetwork.org/

Blogue antigo http://globalcity.blogs.sapo.pt/

grupo no Facebook https://www.facebook.com/groups/CityCivicMovements/

 

publicado por JCM às 18:51 | comentar | favorito
15
Dez 11

Novas plataformas

No quadro das iniciativas que o movimento 'Cidades pela Retoma' tem vindo a desenvolver foi lançado recentemente um grupo na plataforma Facebook  designado ‘Cidades pela Retoma e Transição’ (https://www.facebook.com/groups/cidadespelaretoma/) que se destina à divulgação e discussão de questões relevantes (notícias, estudos, projectos,…) relacionadas com a temática do papel e potencial das cidades no quadro actual de transição social e económica.

Entretanto o blogue http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/ tem um conjunto de novos contributos de reflexão que justificam uma visita e comentário.

Por último se desejarem inscrever-se na mailing-list de discussão podem fazê-lo no seguinte link https://groups.google.com/group/cidadespelaretoma   

publicado por JCM às 13:37 | comentar | favorito
14
Dez 11

The building blocks to more innovative cities

The building blocks to more innovative cities
http://www.cles.org.uk/yourblogs/innovation-cities-economic-growth-government/
publicado por JCM às 22:45 | comentar | favorito

A new deal for cities?

A new deal for cities?
http://centreforcities.typepad.com/centre_for_cities/2011/12/a-new-deal-for-cities.html
publicado por JCM às 22:41 | comentar | favorito
12
Dez 11

A aposta nas cidades

A complexidade do momento em que vivemos e as dificuldades que temos de enfrentar exigem que nos distanciemos um pouco da agenda actual de discussão (centrada excessivamente na discussão da dívida) e que enquadremos a reflexão numa visão holística que problematize futuros possíveis e caminhos e passos necessários para os atingir.

Nesse particular, a União Europeia, no meio da turbulência conhecida, tem vindo a discutir uma agenda europeia para o crescimento - 'Europa 2020' (http://ec.europa.eu/europe2020/index_pt.htm), documento que tem sido objecto de amplo debate na maior parte dos países europeus.

Estranhamente, esta matéria não tem tido qualquer relevância em Portugal quer na agenda de debate político, quer mediático, algo difícil de perceber atendendo à importância das opções que aí se discutem para o futuro do país e para eventuais apoios financeiros europeus para o período 2013-2020.

Das várias questões que a agenda ‘Europa 2020’ aborda emerge a importância da aposta em políticas de desenvolvimento de base territorial, com particular enfoque para o papel das cidades, ideia corroborada no evento OpenDays 2011 (http://ec.europa.eu/regional_policy/conferences/od2011/index.cfm) e na recente reunião da Presidência Polaca da UE (http://www.mrr.gov.pl/english/Presidency/Main/Strony/Future_of_Cohesion_Policy_the_future_of_Europe_conferences_in_Poznan.aspx).

Vários países europeus estão a preparar este enfoque nas cidades com particular cuidado. Por exemplo, esta semana, o Reino Unido lançou um documento designado ‘Unlocking growth in cities’ onde se reconhece o papel das cidades como motores de crescimento económico e, ao mesmo tempo, se exige um novo papel do poder local para uma resposta qualificada aos desafios em presença (http://www.communities.gov.uk/publications/regeneration/growthcities).

Em Portugal são contraditórios os sinais sobre o reconhecimento do papel e potencial das cidades (e da governança local) na resposta aos desafios que o país enfrenta.

Por um lado, os poderes públicos nacionais reconhecem a sua importância, pois têm em execução um plano de investimento de mil milhões de euros através do instrumento ‘Parcerias para a Regeneração Urbana’ http://politicadecidades.dgotdu.pt/). Por outro, os agentes económicos alertam para o seu papel fundamental na atracção do investimento directo estrangeiro (ver estudo recente da consultora Ernst & Young ‘Portuguese Attractiveness Survey 2011' http://www.greensavers.pt/2011/12/11/portugal-tem-de-apostar-nas-cidades-para-atrair-mais-investimento-directo-estrangeiro/). Por último, a sociedade civil tem-se vindo a organizar para reflectir e sugerir caminhos alternativos (o movimento ‘Cidades pela Retoma’ tem feito várias sugestões nesse sentido - http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/).

Contudo, ao mesmo tempo, existem sinais preocupantes. Por um lado, a orgânica governativa não reconhece a relevância da matéria, tendo deixado de haver uma referência explícita à tutela das cidades, encontrando-se esta diluída num ‘mega ministério’ que conta com a agricultura, o mar, o ambiente e o ordenamento do território. Por outro, o debate sobre o futuro do poder local, onde se deveria discutir os desafios da governança local e o papel crescente das cidades (http://www.portugal.gov.pt/pt/GC19/Documentos/MAAP/Doc_Verde_Ref_Adm_Local.pdf) ignora a maior parte destas questões centrando a sua energia em propostas de nova geometria e a geografia das freguesias. Por último, e talvez o dado mais relevante, existe o receio do investimento público da Política de Cidades (mil milhões de euros, insisto) não estar a ser devidamente aplicado e poder ser, uma vez mais, dirigido para apoiar a construção de infra-estruturas e não para dotar as cidades das ‘qualidades imateriais’ necessárias aos desafios do futuro.

Como se pode constatar Portugal tem neste tema das cidades uma oportunidade relevante para encontrar alguns caminhos para construir uma narrativa diferente para o seu futuro. Como em tantas outras situações o que irá fazer a diferença entre as boas intenções e a sua concretização é a arte que tivermos para alinhar esforços, dinâmicas e vontades. Espera-se dos poderes públicos (nacionais e locais) que liderem este caminho com uma postura colaborativa, sólida e credível, mobilizado os múltiplos saberes científicos, empreendedores, produtivos e cívicos em torno deste desígnio nacional – a aposta nas cidades como motoras do desenvolvimento e crescimento.

José Carlos Mota

publicado por JCM às 09:15 | comentar | favorito

‘Collaborative Planning’

Pleased to share a new ‘Collaborative Planning’ discussion group using Facebook (FB) social network platform (https://www.facebook.com/groups/collaborativeplanning/). This FB group is a small contribute to join professionals & researchers and to share and discuss relevant experiences.  Hopefully it will be a useful place to think about collective actions in these hard economic times…
JCM

publicado por JCM às 09:00 | comentar | favorito
11
Dez 11

Cidades pela Retoma no Cidadania 2.0

publicado por JCM às 17:09 | comentar | favorito
08
Dez 11

'Interesse Privado, Acção Pública'

Recomendo vivamente a leitura atenta ao blogue 'Interesse Privado, Acção Pública' (http://interesseseaccao.blogspot.com/).

Relacionado com matérias ligadas ao planeamento e desenvolvimento do território e centrado na discussão sobre a acção colectiva num quadro de disputas e tensões entre interesses contraditórios o blogue assume, segundo os seus autores, os seguintes princípios de actuação: i) Assume o debate político, privilegiando espaços não partidários de discussão; ii) Valoriza a (pluri/inter)disciplinaridade e a fertilização cruzada entre diferentes campos do conhecimento; iii) Define-se como intérprete da prática profissional reflexiva; iv)Afirma-se como espaço de aprofundamento dos chamados três DDD – democracia, descentralização, desenvolvimento.

JCM

publicado por JCM às 13:00 | comentar | favorito
07
Dez 11

Uma agenda pela qualificação das cidades

Tomo a liberdade de partilhar convosco um pequeno contributo que produzi para um debate sobre o futuro da cidade de Aveiro ('Que centro para Aveiro?') mas que julgo poder ser útil para uma reflexão mais alargada sobre o papel das cidades neste momento complexo em que vivemos.

Como principal argumento defendo a necessidade de alinhar o esforço de qualificação do(s) centro(s) da cidade de Aveiro com a agenda europeia para o crescimento (Europa 2020), que irá determinar o acesso aos fundos estruturais 2013-2020, e com o desenvolvimento de um exercício de experimentação colaborativa, mobilizadora dos cidadãos, dos actores locais e das instituições e organizações relevantes, em torno de cinco temas chave e de iniciativas de baixo-custo e alto-impacto.

JCM


http://amigosdavenida.blogs.sapo.pt/693489.html.

 

publicado por JCM às 13:23 | comentar | favorito
29
Nov 11

Crowdfunding 'Aldeias de Xisto'

‎'João Correia, natural da povoação da Abrunheira, freguesia de S. Martinho da Cortiça, concelho de Arganil, estudante de mestrado da Universidade de Aveiro, estando a finalizar o Mestrado em Comunicação Multimédia (Ramo Audiovisual Digital), encontra-se de momento a planear a realização de um documentário sobre as Aldeias do Xisto em Portugal.
Tendo já começado a campanha de propaganda online (viahttp://www.facebook.com/noxisto e em http://www.joaopedrocorreia.com/blog) sobre o documentário, arrancou há quatro dias com o projecto de Crowdfunding que pretende angariar 1560€ para aquisição de equipamento (http://ppl.com.pt/investment/x-to-o-document-1037)'. 
Se puder apoie o projecto!

JCM

publicado por JCM às 18:48 | comentar | favorito
24
Nov 11

Red(e) Ibero-americana Território & Economia Cultural e Criativa | Territorio & Economía Cultural y Creativa - Recolha de Projetos Relevantes - Recogida de Proyectos Relevantes

A Rede Ibero-americana Território & Economia Cultural e Criativa está a desenvolver a um exercício colaborativo que consiste numa recolha de informação sobre projectos relevantes relativos aos temas dos 'Territórios, Comunidades e Economia Cultural e Criativa'.

Se desejar participar no exercício utilize o formulário abaixo indicado (http://industriasculturaisecriativas.blogs.sapo.pt/14710.html).

 

Para mais informações consulte o link http://industriasculturaisecriativas.blogs.sapo.pt/ ou inscreva-se na mailing-list https://groups.google.com/group/industrias-culturais-e-criativas. Se desejar contactar os membros da rede pode fazê-lo através do email  industriasculturaisecriativas@gmail.com 

 

Red(e) Ibero-americana Território & Economia Cultural e Criativa | Territorio & Economía Cultural y Creativa

Recolha de Projetos Relevantes - Recogida de Proyectos Relevantes

publicado por JCM às 14:00 | comentar | favorito
22
Nov 11

Sit down, stand up

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Sit down, stand up.

Paredes’ International Design Competitions

Designers, levantem-se. O Polo do Design de Mobiliário de Paredes está a promover o lançamento de residências e concursos nas áreas do Design e Escultura para estudantes e artistas nacionais e estrangeiros, com candidaturas a começar já e apenas até ao final de Janeiro de 2012.

O Polo do Design de Mobiliário de Paredes é um projeto promovido pelo Município de Paredes com o objetivo de potenciar um desenvolvimento sustentável da região e da sua indústria através do design e da criatividade, em parceria com as Universidades de Aveiro, Porto, ESAD e Católica.

Os 3 concursos são:

* Art on Chairs International Design Competition - Concurso para o desenvolvimento de soluções inovadoras destinadas à produção industrial e artesanal de cadeiras em madeira

* More Design, More Industry – Residências remuneradas de 8 meses em empresas da Indústria do Mobiliário, em Paredes.

* Circuito de Arte Pública - Concurso para obras de arte urbana destinado a artistas de qualquer nacionalidade.

Porque o tempo é pouco mas o potencial é muito, gostaríamos de contar com a colaboração das redes e comunidades ligadas ao Design para a divulgação destes concursos, nomeadamente através da difusão do destaque e texto que enviamos.

Estamos à disposição para fazer formatos diferentes das imagens, caso necessário.
http://www.paredesdesignmobiliario.com/pt/go/circuito-de-arte-publica
publicado por JCM às 12:05 | comentar | favorito

Sit down, stand up.

Paredes’ International Design Competitions


Designers, levantem-se. O Polo do Design de Mobiliário de Paredes está a promover o lançamento de residências e concursos nas áreas do Design e Escultura para estudantes e artistas nacionais e estrangeiros, com candidaturas a começar já e apenas até ao final de Janeiro de 2012.
 
O Polo do Design de Mobiliário de Paredes é um projeto promovido pelo Município de Paredes com o objetivo de potenciar um desenvolvimento sustentável da região e da sua indústria através do design e da criatividade, em parceria com as Universidades de Aveiro, Porto, ESAD e Católica.

Os 3 concursos são:

  • Art on Chairs International Design Competition - Concurso para o desenvolvimento de soluções inovadoras destinadas à produção industrial e artesanal de cadeiras em madeira
  • More Design, More Industry – Residências remuneradas de 8 meses em empresas da Indústria do Mobiliário, em Paredes.
  • Circuito de Arte Pública - Concurso para obras de arte urbana destinado a artistas de qualquer nacionalidade.


Porque o tempo é pouco mas o potencial é muito, gostaríamos de contar com a colaboração das redes e comunidades ligadas ao Design para a divulgação destes concursos, nomeadamente através da difusão do destaque e texto que enviamos.

Estamos à disposição para fazer formatos diferentes das imagens, caso necessário.

http://www.paredesdesignmobiliario.com/pt/go/circuito-de-arte-publica

publicado por JCM às 00:48 | comentar | favorito
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17
Nov 11

Acordaste em 2020. Como vês a tua região?

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), em parceria com o Jornal de Notícias, a Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), o Instituto Politécnico do Porto e a Porto Editora, lança o concurso “Norte School”, subordinado ao mote “Acordaste em 2020. Como vês a tua região?”.

http://www.ccdrn.pt/norteschool/

 
publicado por amigosdavenida às 13:48 | comentar | favorito
03
Nov 11

3 conferências a não perder (9 NOV em Ovar, 10 NOV em Águeda e 11 NOV em Aveiro)

11 NOV - AVEIRO
1ª Conferência de PRU & 11º Workshop da APDR - TERRITORIO, MERCADO IMOBILIÁRIO E HABITAÇÃO
Universidade de Aveiro
https://www.facebook.com/pages/1%C2%AA-Confer%C3%AAncia-de-PRU-11%C2%BA-Workshop-da-APDR/187545081306789
incrições: http://www.apdr.pt/evento_11/inscricoes.html
10 NOV - ÁGUEDA
Seminário 'Águeda: Cidade, inclusão, desporto, bem-estar e lazer | oportunidades de regeneração das cidades'
Auditório da CM Águeda
http://www.cm-agueda.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=27652¬iciaId=56805&pastaNoticiasReqId=27662
inscrições: marlene.marques@cm-agueda.pt
?9 NOV - OVAR
Conferência 'Criatividade em Cidades Médias - A experiência dos projetos integrados na política de cidades Polis XXI'
CICLO DE DEBATES Parcerias para a Regeneração Urbana
CENTRO DE ARTE DE OVAR
http://www.cm-ovar.pt/www/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=6191&divName=448s779&id_class=779
incrições: pru@cm-ovar.pt
publicado por JCM às 15:33 | comentar | favorito
27
Out 11

CICLO DE DEBATES PRU @ CENTRO DE ARTE DE OVAR

image001.jpg


http://issuu.com/cmovar/docs/programa_debate?mode=window&backgroundColor=%23222222
publicado por JCM às 16:31 | comentar | favorito
25
Out 11

um New Deal para la ciudad europea

‎'Se olvida así que la política territorial y el urbanismo, y los profesionales que a ello se dedican, han tenido responsabilidades destacadas en el origen de la crisis [sea por haber contribuido activamente a generar las circunstancias en las que nos encontramos - 800.000 unidades de vivienda, cada una de ellas diseñada por un arquitecto y colocada en el territorio por un urbanista, sea por no haber sabido oponernos con suficiente fuerza a la deriva que nos llevaba a ellas] y pueden contribuir a salir de ella [diseñar un urbanismo para la crisis que tenga como preocupación principal evitar la degradación de la ciudad, asegurar la vivienda, hacer frente a los efectos de la segregación, proveer servicios, contribuir a generar empleo - um New Deal para la ciudad europea]' Oriol Nel·lo

http://www.elperiodico.com/es/noticias/opinion/urbanismo-crisis-1187727


 

 

publicado por JCM às 23:45 | comentar | favorito

Crise, 1930

crise 1930.JPG


Crise 1930/2011
publicado por JCM às 14:52 | comentar | ver comentários (1) | favorito
21
Out 11

'More small firms means more jobs'

suggestion from Michael Shuman
'The Secret to Job Growth: Think Small - More small firms means more jobs'
Harvard Business Review
http://hbr.org/2010/07/the-secret-to-job-growth-think-small/ar/1
publicado por JCM às 16:41 | comentar | favorito

Bravo, Mouraria! (texto de João Seixas, publicado no jornal Público)


Assisti com vivo prazer ao anúncio das propostas vencedoras do Orçamento Participativo (OP) de Lisboa para 2011/2012. Dezoito mil pessoas votaram em 228 projectos propostos pelos mais variados cidadãos e colectivos da cidade, de associações de moradores à própria Universidade.

O projecto mais votado intitula-se ‘Há vida na Mouraria’. Como dizia a reportagem do Público, “não é fácil traduzir a proposta”, pois “define-se como um projecto de acção social mas não se conhecem bem as suas fronteiras”. Mas o facto de este projecto ter ficado em primeiro lugar no OP é uma notícia extraordinária para a cidade. Por múltiplas razões. Porque este foi construído numa conjugação de ideias vindas de mais de 20 diferentes agentes – associativos, públicos e privados, Juntas de Freguesia, a própria Câmara Municipal que ajudou à integração. Porque surge de uma estratégia prévia colectivamente discutida (o Plano de Desenvolvimento Comunitário da Mouraria), bem como de propostas de cidadãos comuns. Porque o projecto tem ambições de chegar ao colectivo sem necessitar de se ancorar numa ‘grande obra’ (um pavilhão, uma piscina, uma estátua), antes se manifestando nos quotidianos de cada habitante e passeante. Porque este é um bairro cujas principais características passam por uma conjugação de grande diversidade e riqueza humana com precariedade urbana, mostrando uma força cívica maior que a larga maioria dos bairros mais qualificados da cidade.

O projecto propõe acções e programações muito concretas, que incentivarão à melhoria das relações interpessoais e à valorização do património imaterial do bairro. Envolvendo as suas gentes, desenvolvendo actividades e empregos, atendendo à inclusão dos mais desfavorecidos, formando conhecimentos e saberes. O projecto atende a novas vivências urbanas e a uma nova cultura de associativismo e de cidadania, aproximando os espaços de cada indivíduo dos espaços da cidade para, com actividades múltiplas e com muita cor, fazer comunidade.

O OP existe em Portugal há diversos anos, do Algarve ao Minho; mas são ainda poucos os territórios que o desenvolvem. Pelo mundo fora, tem sido motor de milhares de processos de criação e de envolvimento, alicerçando comunidades. Sustentando as incríveis energias que há nas cidades, quando os laços fracos se tornam mais fortes, através de projectos mais colectivos e mais democráticos. Conciliando a administração com a cidadania, e alargando fronteiras da própria política, portanto.

Temem os críticos que o OP debilite a responsabilidade de governar, colocando o poder na rua. Parece-me bem o contrário: o OP acrescenta motivação cívica e capacidade de acção à cidade, ao mesmo tempo que aproxima e responsabiliza e aproxima mais as administrações. E com exemplos tão bons como este da Mouraria, diria mesmo que multiplica a qualidade da governação e a qualidade da cidadania, dos direitos e deveres de ambos.

Isto parece-me pão quente para a faminta boca da nossa sociedade nestes tempos de crise; de crise da própria confiança e democracia. O nosso futuro será sem dúvida melhor se em cada bairro, em cada cidade, conseguirmos construir, através de uma série de princípios e direitos de base (democracia, diversidade, abertura, responsabilidade) movimentos abertos e partilhados. Onde os diferentes agentes se sintam responsáveis por estratégias e projectos colectivos, assim se sentindo parte plena das dinâmicas da sua cidade e do seu bairro. Uma cumplicidade em constante metabolismo. 

Nos tempos que aí vêm – na verdade, nos tempos que já aí estão – vamos precisar muitíssimo deste sentido de comunidade. Do reconhecimento da força da junção de laços fracos – e laços diversos e diferentes, claro. Este exemplo vencedor, vindo justamente de onde há imensa diversidade, mostra como esta é central para a própria criatividade e evolução humana. Por tudo isto, bravo Mouraria!

João Seixas, Geógrafo

publicado por JCM às 12:51 | comentar | favorito

O que eu preciso de saber sobre… AS CIDADES (texto de João Seixas, publicado na VISÃO)

O QUE É UMA CIDADE? A cidade é, provavelmente, seja ela Roma ou Tóquio, Tombouctou ou Lisboa, a mais complexa e colectiva realização humana alguma vez concebida na história. A cidade é uma construção contínua de habitats, de agrupamentos de populações num determinado espaço geográfico, onde ocorrem relações e intercâmbios da natureza mais diversa: bens, serviços, conhecimentos, simbolismos, afectos, política. Para tal, a cidade sustenta-se em estruturas físicas (de habitação, de circulação, de comunicação) e em redes de distribuição (de bens essenciais, de energia, de informação). Para tudo isto funcionar, a cidade exige valores e normas de habitabilidade, de relacionamento, de produção e de reprodução, de mobilidade.

As cidades são notáveis acumuladores de energia humana. Por isso provocam enormes externalidades, quer positivas, quer negativas. Daí o seu enorme fascínio, com suas luzes e sombras, e serem vistas e sentidas, em simultâneo, como horrendos infernos ou fabulosos édens. Daí serem chave das civilizações, de Atenas a Roma e de Nova Iorque a Xangai. Daí serem a chave da humanidade. As cidades são os grandes pólos vertebradores do planeta, os focos de irradiação cultural, os centros de inovação tecnológica, os motores da economia mundial, os leit-motivs de ficção e de utopia, os esteios da transformação social.

CIDADE, SOCIEDADE E POLÍTICA. Desde Platão que sabemos que a Polis – a cidade e a política – é, antes de tudo, a cidadania. E desde Aristóteles que sabemos que só nos tornamos verdadeiramente humanos através da participação e da acção na comunidade. A governação, a regulação e o exercício do urbanismo na cidade envolvem poder, território, organização e cidadania. Em democracia, a cidade exige uma governação sustentada em normas, valores e processos colectivos, não podendo deixar-se cair no simples favorecimento de interesses e de comunidades parciais.

De forma simples, poder-se-ão colocar por quatro grandes ordens de pensamento e de acção, os compromissos de desenvolvimento urbano: na forma da cidade, e nos dilemas entre compacidade e dispersão pelos territórios onde estas se estruturam; na funcionalidade da cidade, e nos dilemas entre complexidade e especialização; na coesão social, e nas escolhas entre integração ou segregação social; no seu reconhecimento e identidade, e no aprofundamento da nossa cumplicidade com ela, ou numa fragmentação cognitiva.

 

A CIDADE, HOJE E AMANHÃ. A condição urbana é hoje metáfora viva dos nossos paradoxos, dilemas e possibilidades. A maioria das cidades de hoje são meta-cidades ou mesmo hiper-cidades, estendidas as suas influências por vastas escalas e territórios espacio-relacionais e pelas mais diversas percepções de quotidianos, de sofrimentos e de oportunidades.

Nesta época fascinante, novas e magníficas oportunidades – de desenvolvimento, de inclusão e de justiça, de qualidade de vida – se podem formar e expandir. Em Faro, em Copenhaga ou em Nairobi. Como as consolidar? Com inteligência, estratégia e compromisso colectivo. Inteligência global, decerto, mas muita inteligência local, desde logo. O sucesso de cada polis dependerá, cada vez mais, de si própria, e em si própria. Re-identificando o indivíduo e a sociedade, com a cidade e tudo o que ela significa. Como escreveu Jorge Luís Borges, “a cidade impõe-nos o terrível dever da esperança”. E sobre o papel e o lugar de cada cidade para o nosso amanhã, diria como Galileu, quando observava as estrelas no seu telescópio, e foi questionado sobre qual a estrela central do universo: “Toda, e qualquer estrela, pode ser o centro”.

 

João Seixas, Geógrafo

 

publicado por JCM às 12:50 | comentar | favorito
20
Out 11

Três belos textos a não perder!

O que podemos fazer para mudar algo?
'O que se pode fazer é reorganizar a produção. Vamos fazê-las nas regiões à volta das grandes cidades, vamos tornar a produção local - todos os países o têm. Devíamos também re-localizar os créditos, criar pequenas associações de crédito, pequenos bancos: porque é que os bancos de retalho têm que estar nas mãos dos grandes bancos? Há muito que se pode fazer... Isso vai alterar o poder do mercado financeiro? Não. Mas pode ser um passo no espaço económico em que os locais têm mais controlo e haverá maior resposta às necessidades locais. Para os projectos locais é preciso bancos locais que os financiem. Os bancos locais dependem das pessoas locais, mas devolvem o dinheiro à produtividade local. Seria um pequeno passo para criar um outro espaço económico. Mas isto não é apenas uma questão económica, depende da política económica'
"Os 'sem poder' estão a fazer História" (Saskia Sassen, Público 15/10)
http://www.publico.pt/Mundo/os-sem-poder-estao-a-fazer-historia_1516631?p=3

'People on streets presage change. But do they as well signal transition? Transition means more than mere change: "transition" means a passage from a here to a there - but in the case of people on street or city squares only the "here" from which they wish to escape is given, but the "there" at which they aim is at best wrapped in fog. People took to streets in the hope to find an alternative society; what they've found thus far is the means to get rid of the present one; more to the point though, to get rid of one of its features on which their diffuse indignation - resentment, vexation, rancour and anger - have momentarily focused (...)
Contrary to the electronically inspired and boosted expectation, it takes time - a long time - to make the impossible possible. It also takes a lot of thought, debate, patience and endurance to accomplish. All such qualities remain thus far in a rather short supply - and in all probability will remain so as long as we are short ofsocial settings more amenable to their production than the presently common ones'.
'The 'Why's' and 'What for's' of People taking to the Streets', Zygmunt Bauman (Social Europe)
http://www.social-europe.eu/2011/10/the-why%E2%80%99s-and-what-for%E2%80%99s-of-people-taking-to-the-streets/

'OWS is a great boon to the extent that it helps draw attention and build effective opposition to the unjust mechanisms of upward redistribution and to the many flaws in our political economy responsible for the disproportionate influence of the wealthy and powerful over the rules that profoundly affect us all'
OWS - Leaderless, consensus-based participatory democracy and its discontents (The Economist)
http://www.economist.com/blogs/democracyinamerica/2011/10/occupy-wall-street-3
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18
Out 11

'Future Places' & 'Creative Entrepreneurship'

Começa amanhã no Porto o Festival 'Future Places' (http://futureplaces.up.pt/) e em Tallin, na Estónia, a conferência 'Creative Entrepreneurship for a Competitive Economy' (http://www.creativeestonia.eu/). Esta última com transmissão em directo (vídeo online stream).
JCM
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12
Out 11

Cidades pela Retoma no Cidadania 2.0

O 'Cidades pela Retoma' vai estar presente amanhã em Lisboa no Cidadania 2.0 (http://cidadania20.com/), com uma intervenção feito pelo João Seixas, Rodrigo Cardoso e por mim (o powerpoint ficará disponível no fim do dia em http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/).
O programa da conferência é muito interessante e justifica por isso a vossa presença. Ainda assim se não puderem estar presentes a organização vai providenciar a emissão via web de duas comunicações. A do 'Cidades pela Retoma' será uma delas (por volta das 15:45 em http://cidadania20.com/).
JCM
publicado por JCM às 23:58 | comentar | favorito
11
Out 11

Aliança

http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/80744.html

https://www.facebook.com/CidadespelaRetoma

 

 

 

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09
Out 11

1º Simpósio de Economia Criativa (Lisboa)

?1º Simpósio de Economia Criativa, iniciativa da experimentadesign no âmbito da EXD11, no Lounging Space, 13 e 14 de Outubro. Inscrições em welcome@experimentadesign.pt sujeitas à lotação da sala (max 240 pessoas).
http://www.experimenta.pt/2011/pt/02-04-04.html
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